Recanto de Alberto Valença Lima
A mente que se abre a uma nova idéia, jamais voltará ao seu tamanho original. (Albert Einstein)
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22/08/2018 10h24
Folha que finge ser céu

Um primor bordado em versos, numa folha branca, que finge ser céu.

Frase construída a partir de um poema da poetisa Lorena Campos deste RL

 

ESTRELAS

 

Poema de Alberto Valença Lima

 

No céu, brilham e piscam

Fazendo coro com vagalumes

Poeta quando percebe

Cria versos, liras, costumes

Na folha branca de papel

Finge que ela é o céu

E transporta para seus versos

Estrelas dos sentimentos emersos.


Publicado por Alberto Valença Lima em 22/08/2018 às 10h24
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
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01/08/2018 11h07
Brincando de Deus

 

Este é o Poetrix que está postado antes. Aqui em forma de Grafitrix. Ele foi classificado em Décimo Lugar no VIII CONCURSO INTERNACIONAL POETRIX de um total de doze classificados.

 


Publicado por Alberto Valença Lima em 01/08/2018 às 11h07
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01/08/2018 08h30
RESULTADO DO VIII CONCURSO INTERNACIONAL POETRIX

MOVIMENTO INTERNACIONAL POETRIX – MIP

VIII CONCURSO INTERNACIONAL POETRIX
Antologia Poetrix 6 -  20 Anos

RESULTADO DO VIII CONCURSO INTERNACIONAL POETRIX

A Coordenação Movimento Internacional Poetrix – MIP vem a público divulgar o resultado deste VIII Concurso, apresentando o nome dos 12 (doze) finalistas que tiveram seus respectivos poetrix selecionados para publicação na Antologia 6,  comemorativa aos 20 anos do gênero Poetrix,  conforme a seguinte classificação:

 1o. Lugar – Sandra Boveto da Silveira, com o poetrix “UMA TAÇA QUE CAI”;
 2o. Lugar – André Cristiano Figueira, com o poetrix “O MIMETISMO DA MÁQUINA”;
 3o. Lugar – Isabel Florinda Furini, com o poetrix “CONTEMPLANDO”;
 4o. Lugar -  Valéria de Cássia Pisauro Lima, com o poetrix “MONORRITMIA”;
 5o. Lugar - Michael Douglas Lima da Silva, com o poetrix “AS ENGRENAGENS DA VIDA MODERNA”;
 6o. Lugar -  Claudete Morsch Pereira Soares, com o poetrix “SONHO”;
 7o. Lugar -  Mônica Elisabete Braga Margaride, com o poetrix “BRUMA”;
 8o. Lugar -  Camila Poubel Costa, com o poetrix “ABUSO”;
 9o. Lugar -  Luís Cristiano de Souza Parente, com o poetrix “METÁFORAS CONFUSAS”;
10o. Lugar - Alberto Valença Leal de Lima, com o poetrix “BRINCANDO DE DEUS”;
11o. Lugar – Teresinha de Jesus Barbanti Camargo, com o poetrix “CASAMENTO”;
12o. Lugar -  Flávio Rubens Machado de Queiroz, com o poetrix “METEOROLOGIA”.

Os selecionados receberão os respectivos Certificados de Participação (do 1o ao 3o. lugares) e Certificados de Menção Honrosa (do 4o. ao 12o lugares), além de exemplares de Antologias anteriores publicadas pelo MIP, bem como da Antologia 6 – 20 Anos, em fase de editoração.

A Comissão Julgadora deste VIII Concurso Internacional Poetrix foi formada pelos escritores e poetas Andréa Abdala Frank (MIP/RJ), Gilvânia Machado e José de Castro (ambos do MIP/RN).

A Coordenação do MIP parabeniza a todos os poetrixtas premiados, agradecendo a sua participação que enriquecerá a qualidade editorial da mencionada Antologia comemorativa aos 20 anos da criação deste gênero minimalista.

01 de agosto de 2018.

COORDENAÇÃO DO MOVIMENTO INTERNACIONAL POETRIX – MIP


Publicado por Alberto Valença Lima em 01/08/2018 às 08h30
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01/08/2018 07h30
Brincando de Deus

Poetrix de Alberto Valença Lima

 

Criança indaga descrente:

Onde Deus está? Mente?

Contente, cria um poema.

 

Este poetrix foi classificado em décimo lugar de um total de doze, no VIII CONCURSO INTERNACIONAL DE POETRIX. Resultado divulgado em 01 de agosto de 2018, conforme publicação que será postada em seguida.


Publicado por Alberto Valença Lima em 01/08/2018 às 07h30
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30/07/2018 10h00
Noite de São João (EC)

Por Alberto Valença Lima


Para mim, é o São João, a época mais gostosa do ano. E “gostosa” aqui, está no sentido de agradável e de saborosa. As festas são as mais animadas, as comidas são as mais saborosas, os locais aonde se pode brincar são os mais variados.

Quando criança, ainda havia o adicional das brincadeiras com fogos. Todos os anos sempre havia um pacote de fogos para cada um que meu pai comprava.



Eram bombas, traques de massa, estrelinhas, bichas de rodeio, cobrinhas, chuva de prata, chuveirinho, carrapeta, e só para olhar, porque nunca a gente recebia desses, o vulcão, os foguetões (também conhecidos como rojões) e aqueles fogos belíssimos que fazem um espetáculo à parte na noite do ano novo no mundo inteiro. E a fogueira? Como era maravilhoso acordar logo cedo no dia 23 de junho para preparar a fogueira para a noite! E à noite, acender, brincar ao redor dela, e já no fim da noite, quando só restavam brasas, assar milho. No dia seguinte, acordar e correr para ver se ainda havia algum sinal. E quando havia, catar gravetos para recomeçar o fogo.



Na época da minha infância também existiam os balões, que causam tantos estragos no mundo todo. Mas era maravilhoso sairmos perseguindo o balão e gritando: “cai, cai, balão! “Cai, cai, balão!” Achando que o que fazia o balão cair era a força do nosso pensamento.



Também era nessa época que aconteciam as “quadrilhas”, que não são de bandidos, mas de alegria. Dança de origem francesa, onde no interior, e depois nas grandes cidades, se costuma celebrar um casamento como parte da comemoração. E houve duas ocasiões em minha vida que as quadrilhas foram responsáveis por marcas indeléveis na minha história. Quando cursava o quarto ano ginasial, que hoje seria a nona série do primeiro grau, e quando cursava o terceiro ano científico, que hoje seria o terceiro ano do segundo grau. Na época deste último, durante parte do mês de maio, e todo o mês de junho, havia ensaios para a quadrilha todo sábado. Era maravilhoso!



Anavan tour, anarriê, balancê, cavalehiros cumprimentam as damas, damas cumprimentam os cavalheiros, grande roda, olha o túnel, caminho da roça, olha a chuva, choveu... e os passos vão se sucedendo numa festa incrível.

Mas, de todas as festas de São João das quais participei, nenhuma foi nem de longe tão fantástica quanto uma que passei no interior. Uma fogueira que tinha cerca de uns 5 metros de altura, um trio de forró, isto é, um zabumbeiro, um sanfoneiro e um triângulo a tocar a noite inteira, e muita comida de milho: pamonha, canjica, milho verde assado e cozido, pé-de-moleque, bolo de milho, munguzá... Guloseimas que fazem qualquer um sair da dieta.



A noite de São João, é de longe, a melhor do ano.


Para ilustrar, acrescento a seguir, um link de um dos meus poemas sobre essa época.

https://www.recantodasletras.com.br/poesiasdealegria/6359040

 

*****

Este texto faz parte do Exercício Criativo - Noite de São João
Saiba mais, conheça os outros textos:
http://encantodasletras.50webs.com/noitedesaojoao.htm


Publicado por Alberto Valença Lima em 30/07/2018 às 10h00
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