Recanto de Alberto Valença Lima
A mente que se abre a uma nova idéia, jamais voltará ao seu tamanho original. (Albert Einstein)
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Textos

TOCAR TEU CORPO COMO HARPA NUM ARPEJO
Os versos que te faço nesta noite que não finda
São  de afeto, que muito quieto, aqui te espreitando
Chego à porta, e sem bater vou adentrando
Pois já vieste aos meus braços, abertos desde Olinda.

A ti quero causar encantamento, não só neste momento.
As trevas há muito escureceram, que nem vi, o dia
Que atrevo a viver sem ti, por teimosia, em minha poesia
Mas se chegas de mansinho, e ao vento dás, um só beijo

Que nos lábios meus toca como a luz que de teu corpo emana
Não te posso nem tocar, nem solfejar; e teu corpo nesta cinesia
Uma flauta, oboé ou clarinete, és também uma harpa num arpejo.

Encontrar a sintonia que carece, pra sentir e ouvir a melodia
Que dos anjos se escuta e as janelas deste barco que só bebem maresia
Aqui moras inteira, neste mar, aquela lua, e em minha companhia.

Nota
Inicialmente intitulado "Soneto da insônia", resolvi em 21/03/19 trocar o título para o atual.
Alberto Valença Lima
Enviado por Alberto Valença Lima em 11/05/2014
Alterado em 21/03/2019
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