Recanto de Alberto Valença Lima
A mente que se abre a uma nova idéia, jamais voltará ao seu tamanho original. (Albert Einstein)
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Textos

Soneto da folha solta
Havia solta, uma folha no chão
não tive como tomar-lhe na mão!
O vento levou rolando, embolando
aquela folha solta no chão.

Nos versos que faço aqui no terraço,
vendo esta folha do galho caída
agora que não mais a tenho embalando
no vento te entrego a ti evocando.

Nada ficou da folha que foi
virou papel e de tinta não manchou
sequer um verso pra o amor que acabou.

Agora que estás nas tintas da pena,
a folha à espera, do branco e da letra,
que a neve gelou, o que do peito brotou.
Alberto Valença Lima
Enviado por Alberto Valença Lima em 23/06/2017
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