Recanto de Alberto Valença Lima
A mente que se abre a uma nova idéia, jamais voltará ao seu tamanho original. (Albert Einstein)
CapaCapa Meu DiárioMeu Diário TextosTextos ÁudiosÁudios E-booksE-books FotosFotos PerfilPerfil Livros à VendaLivros à Venda PrêmiosPrêmios Livro de VisitasLivro de Visitas ContatoContato LinksLinks
Meu Diário
17/06/2019 10h00
No Quarto de Dormir (EC)

Quarto de dormir deve ser um local de paz. Por isso, é importante que a ela tudo se associe, a começar pelo seu aspecto, como o quarto da foto acima.

Embora o quarto de dormir nem sempre seja utilizado para isso, é fundamental que ele seja asseado, limpo e que inspire a tranquilidade.

Michelle e Jean   começaram a namorar há poucos dias e ainda não tinham dormido juntos. Naquela segunda Michelle fora convidada por Jean para dormirem juntos. Excitadíssima, Michelle não via a hora de conhecer o apartamento de Jean. Ele, por sua vez, preocupado para não causar uma má impressão na namorada.

À noite, Michelle chegou no endereço que Jean tinha lhe oferecido no dia anterior ao convidá-la. Tocou a campainha e ele veio atender. Convidou-a para entrar e acomodou a valise que ela trazia no quarto. Michelle quando entrou, ficou deslumbrada com o aconchego encontrado no apartamento de Jean. E, em particular, o quarto. Ele abraçou-a e beijou-a com sofreguidão. Ela retribuiu. Em poucos minutos, estavam na cama, sem roupas, e numa excitação total.

Dormir, foi a única coisa que eles não fizeram naquela noite, naquele quarto.

 

*****

Este texto faz parte do Exercício Criativo - No Quarto de Dormir
Saiba mais, conheça os outros textos:
http://encantodasletras.50webs.com/noquartodedormir.htm


Publicado por Alberto Valença Lima em 17/06/2019 às 10h00
Copyright © 2019. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
03/06/2019 10h00
SERÁ UM CONTO DE AMOR? (EC)

Ela chegou cedo na feira. Saiu de casa, na região do ABC Paulista, em direção ao Pavilhão que ficava no Ibirapuera. Era a primeira feira de livros que Amanda iria participar. Chegou no Pavilhão antes de abrirem as portas. Ficou por ali, conversando com quem já havia chegado como ela. Os madrugadores. Mas, ao contrário do que ela pensava, já tinha mais de 200 pessoas por ali. Encontrou um rapaz muito simpático que logo lhe dirigiu a palavra.
- Você veio pra feira?
- Sim, e você?
- Também. Estou lançando um livro hoje. Você conhece alguém aqui?
- Não, é minha primeira vez. Como é o teu nome?
- Pablo. Você vai gostar. Você é daqui mesmo?
- Não, sou de Santo André. Meu pai trabalha em São Bernardo e minha mãe preferiu morar lá, do que em São Bernardo.
- Você é mineira não é? Seu sotaque...
- Risos.... Sim, sou de Montes Claros. Meu pai estava desempregado e foi pra São Bernardo. Depois que conseguiu emprego mandou buscar a gente, minha mãe e eu. Isso faz uns 10 anos.
- Que interessante. Sou de Pernambuco. Vim aqui pra São Paulo há 35 anos. Moro lá em Moema.

Os portões começaram a ser abertos e Pablo acrescentou:

- Olha, vou ter que sair agora pois preciso pegar meus livros ali no carro pra colocá-los no estande, mas me dá teu telefone que não quero perder contato.
- Tá, me dá o teu que eu ligo pra ti.
- 9911-2233 é zap.
- Pronto. Esse aí é o meu, ela fala depois de ligar para o número dado.
Beijam-se e se despedem.

Será que vai rolar algum namoro entre Amanda e Pablo? Deixe seus palpites no comentário.

****************
Este texto faz parte do Exercício Criativo - Barraca de Feira.
Saiba mais, conheça os outros textos:

http://encantodasletras.50webs.com/barracadefeira.htm

 


Publicado por Alberto Valença Lima em 03/06/2019 às 10h00
Copyright © 2019. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
20/05/2019 10h00
Uma noite de luar (EC)

POETRIX 01

Uma noite de luar @Alberto Valença Lima

Noites de luar são tuas.
Escuro onde brilhas é meu.
Nesta lua espero beijo teu.

 

POETRIX 02

Noite de luar @Alberto Valença Lima

Lua prateando o mar
Espreguiça dengosa com inveja
Dos namorados em noite de amor.

 

*****

Este texto faz parte do Exercício Criativo - Uma Noite de Luar
Saiba mais, conheça os outros textos:
http://encantodasletras.50webs.com/umanoitedeluar.htm


Publicado por Alberto Valença Lima em 20/05/2019 às 10h00
Copyright © 2019. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
06/05/2019 10h00
Se me dão licença... (EC)

Se me dão licença...
Eu vou parar de falar.
Eu vou meu café tomar.
E quero coçar o polegar.
Eu vou Fernando Pessoa ler.
Eu vou nela me achonchegar.
Sair daqui será um prazer.
Preciso ao telefone falar.
Eu vou minha casa alugar.
Vou dessas coisas desapegar.
Eu vou agora praquele lugar.
 

 

*****

Este texto faz parte do Exercício Criativo - Se Me Dão Licença
Saiba mais, conheça os outros textos:
http://encantodasletras.50webs.com/semedaolicenca.htm

 

_____

Nota informativa

Sobre o último Exercício Criativo, O gato e o GATO, muitos até tentaram oferecer finais bem criativos mas, quem mais se aproximou da verdade foi a poetisa Norma Aparecida Silveira de Moraes. Bem, o que aconteceu com François e José?

Realmente, eles se deram muito bem mas, não houve nenhuma briga. José, conhecido por GATO, tinha muita afeição por gatos. E François, o gato de Priscila, era um lindo bichano que ela cuidava como se fosse gente.

Não houve disputa por Priscila. José e François, desfrutaram dela sem restrições. E viveram todos FELIZES PARA SEMPRE.

Agradeço a todos que deixaram seus palpites para o final da história.


Publicado por Alberto Valença Lima em 06/05/2019 às 10h00
Copyright © 2019. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
22/04/2019 10h00
O gato e o GATO (EC)

Um gato se chamava Renoir e outro se chamava José.

José era um rapaz bem apessoado, musculoso e bem cuidado. Todos o chamavam de GATO. 

Renoir era um gato também muito bem cuidado, sempre perfumado, que dormia praticamente o dia inteiro.  Todos o chamavam de Renoir. Era requintado e preguiçoso. Morava com Priscila, uma moça bela e inteligente, com cabelos longos e muito feminina. Gostava muito de Renoir. 

Um dia José encontrou com Priscila e os dois se apaixonaram. Priscila levou José para dormir na casa dela. E os dois gatos, fatalmente se encontraram. José e Renoir. 

O que você acha que aconteceu? Um gato matou o outro GATO quando encontrou José na cama com Priscila? Brigaram? Se entenderam?

Deixe aí embaixo nos comentários sua opinião. No próximo exercício criativo irei postar aqui o desvendar da história.

______

Nota informativa

 

E, por falar de desvendar da história, fiquei devendo aqui um desfecho para o conto postado no último EC - CARTA PERDIDA. O que terá acontecido com Ricardo e Soraya?

Primeiro uma informação relevante: O conto publicado no último Exercício Criativo foi baseado em fatos reais. Os nomes dos personagens e dos lugares foram modificados para evitar possíveis reclamações mas, os fatos nele mencionados realmente aconteceram.

E o final da história foi que Ricardo realmente foi para São Paulo e, ao chegar lá, Soraya já tinha recebido a carta enviada. Os dois se encontraram mas não aconteceu nada entre eles. Houve um certo desconforto por estarem ali, um em frente ao outro. Não houve química. Conversaram longamente, como amigos, e depois desse encontro, nunca mais se viram outra vez. E a correspondência entre eles foi interrrompida poucas cartas depois.

Ricardo não se mudou para São Paulo e nunca mais soube de Soraya.

 

*****

Este texto faz parte do Exercício Criativo - O Gato e o Gato
Saiba mais, conheça os outros textos:
http://encantodasletras.50webs.com/ogatoeogato.htm


Publicado por Alberto Valença Lima em 22/04/2019 às 10h00
Copyright © 2019. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.



Página 1 de 8 1 2 3 4 5 6 7 8 [próxima»]

Caminhos de mim R$10,00
Caminhos de mim (Poesia) R$38,50
Poesia, Palavra é Arte R$30,00
Musas de um Recanto com Letras, Flores e Poes... R$10,00
UBE - 60 ANOS R$20,00
Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneo... R$35,00
Os mais belos poemas de amor - Edição especia... 40,00
Antologia "Poesias sem fronteiras" (Esgotado) R$20,00