Recanto de Alberto Valença Lima
A mente que se abre a uma nova idéia, jamais voltará ao seu tamanho original. (Albert Einstein)
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Meu Diário
18/12/2018 22h33
Meu milésimo texto

Acabo de publicar o texto de número 1000 na minha escrivaninha. Trata-se de um texto diferenciado pois conquistou o 4º lugar num concurso da CPP - Casa dios Poetas e da Poesia e pode ser lido clicando no link abaixo.

PURA IRREVERÊNCIA

Vale registrar também que no momento da postagem, em 18/12/2018 às 21h 30 horário de Recife, o Recanto das Letras marcava que haviam 115.832 leituras. Considerando também os áudios (516 audições) e este Meu diário com 752 leituras, totaliza 117.100 leituras.

Destes mil textos, pelo menos 80% é de poesias. 

Publicado por Alberto Valença Lima
em 18/12/2018 às 22h33
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12/12/2018 15h50
Membro de mais uma Sociedade Literária

Hoje tornei-me membro de mais uma Sociedade Literária. Desta vez, a SBPA - Sociedade Brasileira de Poetas Aldravianistas. Sociedade esta criada em Mariana - MG, terra onde surgiu no ano 2000 uma nova modalidade poética, a Aldravia, que é a primeira modalidade poética exclusivamente brasileira. Sim, porque o Poetrix, apesar de ser anterior a ela, não é exclusivamente brasileiro. Tem raízes japonesas. A Aldravia, ao contrário, não tem raízes externas. Surgiu de ideias brasileiras. Um grupo de poetas e uma poetisa, a idealizaram partindo de uma necessidade de minimalismo, do mesmo modo que o Poetrix.

O grupo era formado por J. B. Donadon-Leal, Andreia Donadon Leal, Gabriel Bicalho e J. S. Ferreira. O nome Aldravia foi proposto por Andreia. A Aldravia é uma modalidade poética que consiste em seis versos univocabulares, que valoriza a metonímia em detrimento da metáfora. Os versos são escritos com todas as letras minúsculas, fazendo-se exceção apenas para nomes próprios e, só se for opção do autor, usar letra maúscula inicial nestes casos. Locuções pronominais podem ser consideradas como uma só palavra, da mesma forma que nomes próprios duplos em que o conjunto forme um novo nome também, como é o caso de Van Gogh ou Di Cavalcanti, por exemplo.

Com grande honra e muito orgulho, passo a fazer parte também desta Sociedade. A solenidade de posse acontecerá em outubro do próximo ano.

Minha página na SBPA - Sociedade Brasileira de Poetas Aldravianistas

Publicado por Alberto Valença Lima
em 12/12/2018 às 15h50
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22/11/2018 21h00
Lançamento do meu primeiro livro solo

Foi lançado hoje o meu primeiro livro solo. Seu título? Caminhos de mim.

Trata-se de um livro de poesia que contem cerca de 140 poemas dos mais variados estilos. O livro encontra-se dividido em quatro partes. A primeira parte é formada por poemas clássicos e modernos. A segunda por Poetrix. A terceira por poemas em EcoSys, Indrisos e Rondéis. E a última parte é formada por sonetos.

O livro tem prefácio de Maria do Socorro de Paula Barreto, que é bahcarel em Letras pela Faculdade Fransinette do Recife. Ela tem dois livros publicados: "Adeus a um grande amor" e "O Homem rico e o menino pobre". 

Revisão e pósfácio de Ricardo Alfaya que é poeta carioca, com cinco livros de poesia publicados e é livreiro virtual. Pode ser contatado através do endereço https://alfaya-livreiro.com.br

O lançamento aconteceu na Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco e teve início às 18h30. Compareceram cerca de 50 pessoas entre familiares, amigos e frequentadores da biblioteca.

Abaixo,  algumas fotos do evento. Mais, na minha página em alberto.prosaeverso.net/albuns.php.

 

 

 

Publicado por Alberto Valença Lima
em 22/11/2018 às 21h00
 
22/10/2018 10h00
O velho truque (EC)

Estava ela acostumada a enganar o marido com um velho truque usado por tantas. Dizia que ia ao shopping fazer compras mas, lá encontrava-se com o amante que a levava até um motel e lá, passavam horas num idílio amoroso.

Após algumas horas, ele deixava-a no shopping outra vez e ela entrava em uma loja qualquer e comprava algumas roupas no cartão do marido. Depois entrava em outra loja de artigos masculinos e comprava para ele alguma camisa ou calça ou um cinturão ou uma bela gravata.

Chegando em casa, o marido ainda no trabalho. Ela tomava outro banho (pois já tinha tomado um no motel com o amante), colocava uma roupa descontraída e colocava um bom perfume para esperar o marido c-o-r-n-o  que não demorava a chegar.

E o recebia de braços abertos entregando-lhe o presente que comprara, deixando-o assim muito satisfeito com o cuidado que a deddicada esposa lhe tinha.

*****

Este texto faz parte do Exercício Criativo - O Velho Truque
Saiba mais, conheça os outros textos:
http://encantodasletras.50webs.com/ovelhotruque.htm

Publicado por Alberto Valença Lima
em 22/10/2018 às 10h00
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15/10/2018 00h15
O velho professor

Hoje, em homenagem ao Dia do Professor, quero compartilhar com todos que aqui me visitam, um texto muito bonito sobre este, que é, o símbolo da sabedoria - O Professor.

De autoria de Renê Barreto

"Andava muito doente o velho professor...
Por isso, ele não tinha agora o mesmo ardor,
que outrora o possuía e que o animava dantes.
Às vezes, quando em aula, havia mesmo instantes
em que inclinava a fronte (aquela fronte austera
onde já desbotara a flor da primavera)
e cochilava um pouco, involuntariamente.
O velho professor andava muito doente.

Era, porém, tamanho o bem que nos queria
Que jamais quis pedir aposentadoria
e manter-se do Estado, à custa dessa esmola.
Era sempre o primeiro a aparecer, na escola,
com joviais maneiras, tão simpáticas,
não obstante sentir umas dores tão reumáticas
que o faziam sofrer, ultimamente.
O velho professor andava muito doente...

Um dia ele chegou mais tarde, alguns momentos.
Trazia nas feições sinais de sofrimentos...
A palidez do rosto, os olhos encovados
denunciavam seus pesares ignorados.
E, como para tomar a dor mais manifesta.
cavara-se-lhe fundo uma ruga na testa.
Franzia-lhe o rosto uma expressão de dor.
Andava muito doente o velho professor.

A aula começou. Mas, pouco depois das onze,
o velho mestre, o bom trabalhador de bronze,
(que já perto de trinta anos ou mais, havia
que – gigantesco herói – lutava dia a dia,
para a glória da pátria e para o bem da infância,
dando batalha ao vício e combate à ignorância.)
sentindo de uma dor os agudos abrolhos,
curvou as nobres cãs, cerrou de leve os olhos.

Fora, fulgia o sol. A manhã era calma.
Sorrindo, a natureza abria a sua alma
repleta de alegrias e cheia de esplendores.
Pela janela aberta, entrava o hálito das flores;
em toda a atmosfera azul lavada, fina,
ressoava baixinho, assim como em surdina,
um canto celestial, harmonioso e suave,
anjos tocando, em harpa, alguma canção de ave.

Nisto ergueu-se um aluno, um pândego, um peralta,
fabricou de um jornal um chapéu de copa alta.
e bem devagarinho (oh! que ideia travessa)
chegou-se ao mestre... zás! enfiou-lhe na cabeça.
E rápido se foi de novo ao seu lugar.
O mestre nem abriu o sonolento olhar.
E àquele aspecto vil de truão, de improviso,
rebentou pela aula estardalhante riso.

De súbito, surgiu o diretor, na aula...
Demudou-se-lhe o gesto, estremeceu a fala.
quando ele, transformando a sua mansidão de boi
em fúria de leão, nos perguntou: “Quem foi?”
“Quem foi esse vilão que fez tal brejeirice,
“sem respeito nenhum às cãs desta velhice?
“Vamos lá! Sede leais, verdadeiros e francos.
“dizei: quem ofendeu estes cabelos brancos?”


Mas ninguém denunciou da brincadeira o autor!
Como um truão dormia o velho professor!
O diretor, então, chegou-se junto à mesa...
Via-se-lhe no rosto, o incômodo, a surpresa,
de que o sono do mestre assim se prolongasse.
Curvou-se meigamente e levantou-se a face.
Mas recuou tremendo, aterrado, absorto,
aniquilado e mudo... O Mestre estava morto."

 

Nota:

Este poema foi declamado por mim no colégio quando eu tinha cerca de 8 a 10 anos, numa festa dos professores. Lembro que fui muito aplaudido. O poema foi todo memorizado e interpretado na apresentação. Foi tão marcante isso na minha vida, que ainda hoje, quase 60 anos depois, ainda recordo muitas das estrofes. Homenagem que presto aos professores em seu dia.

Publicado por Alberto Valença Lima
em 15/10/2018 às 00h15
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